quinta-feira, 17 de março de 2011

. E=mc2, a conclusão do Génio!

"De absoluto só a Relatividade."

Albert Einstein

Albert Einstein (14 Março 1879 – 18 Abril 1955) foi um físico e matemático, natural da Alemanha, que desenvolveu a teoria da relatividade geral. Com esta teoria Einstein estabeleceu uma relação entre massa e energia (massa=partícula, energia=radiação), dando origem a uma revolução na física. Por este feito, Einstein é muitas vezes considerado o pai da física moderna. Ele recebeu em 1921 o prémio Nobel da Física “pelo seu serviço ao mundo da física e principalmente pela descoberta da lei do efeito fotoeléctrico.”

Durante o tempo da 2ª guerra mundial, ele escapou para os EUA, tendo-se tornado um cidadão americano em 1940. Nos finais da Guerra, Einstein ajudou a alertar o então presidente Franklin D. Roosevelt para o facto da Alemanha poder estar a desenvolver uma arma atómica, recomendando que os Estados Unidos deveriam realizar uma pesquisa semelhante. Mais tarde, e juntamente com Bertrand Russel, Einstein assinou o Manifesto Russel-Einstein, o qual criticava o uso de armas nucleares, devido ao seu imenso poderio.

Einstein não se concentrou apenas em textos científicos, tendo também escrito acerca de inúmeros assuntos filosóficos e políticos, tais como: socialismo, relações internacionais e a existência de Deus. A sua enorme inteligência e originalidade fizeram com que o nome Einstein se tivesse tornado um sinónimo de génio.

A 17 de Abril de 1955, Albert Einstein sofre um aneurisma aórtico abdominal, problema que foi sempre acompanhado de perto pelo cirurgião Dr. Rudolph Nissen. No entanto, Einstein recusou fazer uma cirurgia, afirmando: “Eu partirei quando quiser. É amargo prolongar a vida artificialmente. Já fiz a minha parte, está na altura de partir. Partirei elegantemente.”

O cientista morreu de manhã, no Hospital de Princeton, com 76 anos de idade, tendo continuado a trabalhar até perto do fim. Os restos mortais de Einstein foram cremados e as suas cinzas foram largadas ao ar livre.



Factos interessantes

Durante a sua autópsia, o patologista que trabalhava no Hospital de Princeton, Thomas Stoltz Harvey, removeu o cérebro de Einstein para preservação, sem a permissão da família do génio, na esperança que a neurociência do futuro pudesse descobrir o que é que influenciou tamanha inteligência.

No seu memorial, o físico nuclear Robert Oppenheimer sumarizou a sua experiência com Einstein da seguinte maneira: “Ele era sempre muito sofisticado e muito global... Nele havia sempre uma incrível pureza como se de uma criança se tratasse, e uma profunda teimosia também.”


"O único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar."

Albert Einstein

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